Mastofauna não voadora na app de Pontal do Ipiranga, norte do estado do Espírito Santo
DOI:
https://doi.org/10.6008/CBPC2674-6441.2022.001.0001Palavras-chave:
Conservação, Inventário de fauna, Zoologia, Mamíferos, MastofaunaResumo
As restingas têm sofrido acelerada degradação causada pela expansão urbana no litoral, ameaçando sua biodiversidade única e pouco conhecida. Apesar da elevada pressão antrópica e da enorme perda de área sofrida por estes habitats, sabe-se que as restingas apresentam uma considerável diversidade biológica. A APP da praia de Pontal do Ipiranga, município de Linhares, litoral norte do Estado do Espírito Santo. foram registrados vestígios diretos e indiretos de mamíferos no balneário, com caminhadas por duas trilhas interpretativas implantadas no local. No total, foram registradas 12 espécies, das quais 9 tiveram registros confirmados diretamente, outras 3 espécies foram registradas apenas por vestígios indiretos como fezes, pegadas, e vocalização, referente a 6 ordens e 11 famílias. Através de estudos como levantamento de espécies terrestres da mastofauna em restinga, pode-se verificar as espécies existentes no local, para que seja um instrumento útil nas políticas de planejamento, uso e conservação da diversidade, contribuindo para iniciativas dos mais distintos âmbitos de gestão da biodiversidade. É bastante preocupante e lamentável ver a produção de um espaço litorâneo em que não foram levados em consideração suas especificidades ambientais, levando em consideração a necessidade de estratégias de conservação bem-sucedidas nesses ecossistemas, relacionando moradores e a população sobre a importância de sua conservação.
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